Aliado de Vorcaro teve celulares apreendidos e não forneceu senhas à PF
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Documentos tornados públicos no âmbito das investigações do Caso Master mostram que Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário” e apontado como aliado de Daniel Vorcaro, teve três aparelhos celulares apreendidos pela Polícia Federal durante uma operação realizada em março, em Belo Horizonte.
Segundo os registros, os equipamentos estavam em posse de Mourão no momento da prisão. Ele, no entanto, se recusou a fornecer as senhas dos aparelhos aos policiais.
Sicário morreu no dia seguinte à prisão, após tentar suicídio enquanto estava sob custódia. A morte ocorreu após ser constatada morte encefálica.
Além dos celulares, os agentes apreenderam no imóvel dois relógios de luxo, sendo um Rolex e um Cartier, além de joias com pedras preciosas, entre elas colares, braceletes e anéis. Um veículo Land Rover também foi recolhido.
Os documentos apontam ainda que havia na carteira de Mourão um documento de identificação descrito como sendo da “Polícia Judiciária de Menores”, emitido em nome de Luiz Phillipi.
Durante as buscas, a PF também registrou que não encontrou roupas ou outros vestígios que indicassem que o imóvel fosse a residência fixa de Sicário.
As informações passaram a ser públicas após a retirada do sigilo de documentos relacionados às investigações do Caso Master.
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